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Desafio fotográfico premia o fotógrafo que melhor representar a Ditadura da Beleza

18/07/2019
Concurso fotográfico sobre a Ditadura da Beleza

O PhotoChallenge é um desafio acadêmico que tem como um de seus principais objetivos a promoção de debate e reflexão sobre temas relevantes na sociedade, estimulando estudantes a se engajarem em projetos fotográficos de cunho social, político e cultural.

O tema escolhido este ano é A Ditadura da Beleza, já que as pessoas sofrem diariamente com a busca pela aparência perfeita com intuito de se sentirem incluídas.

O desafio é que estudantes, matriculados em instituições de ensino superior, de todo o mundo possam representar através da fotografia esse problema.

As fotos serão avaliadas e julgadas pelo comitê de jurados que levará em conta os seguintes critérios: qualidade técnica, criatividade e tema

A foto vencedora ganhará um prêmio de $4.000 dólares, sendo que desse valor será doada a quantia de $1.000 dólares a uma das ONGs apoiadoras do desafio, escolhida pelo vencedor.

Inscrições

As inscrições para o PhotoChallenge irão até 31 de Outubro de 2019 e devem ser feitas exclusivamente pelo portal oficial do concurso: shoelover.com.br/photochallenge2019

Todas as informações sobre as regras, prazos, e sobre o PhotoChallenge 2019 podem ser encontradas nos termos e condições do concurso.

Dicas

Entendendo as diferenças entre câmeras Mirrorless e DSLRs

04/07/2019
Câmeras mirrorless ou dslr, qual é melhor?

As câmeras SLR estão presentes na fotografia amadora e profissional há mais de um século e possuem um ecossistema de lentes e acessórios absolutamente fantástico. Nas últimas décadas, no entanto, uma outra categoria de câmeras vem ganhando cada vez mais destaque: as Mirrorless.

Mas entre os dois tipos, qual é o melhor? Existe uma batalha entre DSLRs e Mirrorless? Qual dos dois sistemas é melhor para as minhas necessidades?

Bom, para responder a essas perguntas é necessário analisar diversos aspectos do design e das tecnologias que acompanham ambas as categorias de câmeras.

Confira abaixo um resumão do que é mais importante para te ajudar a compreender melhor esse universo.

O que é uma DSLR?

A sigla, em inglês, provém de Single Lens Reflex, algo como “reflexo de uma única lente”. Em uma explicação simplificada, o design de uma câmera SRL inclui um conjunto contendo um espelho e um prisma, em que a cena que vemos durante o enquadramento chega aos nossos olhos por meio do reflexo da luz que atravessa a lente no espelho (que fica logo atrás da lente) em um prisma (acima do espelho, na parte superior da câmera). O prisma permite o rebatimento da imagem refletida fazendo com que ela chegue no ângulo certo para visualização no viewfinder (o lugarzinho da câmera em que encaixamos nosso olho para enquadrar a cena).

Esquema de uma SLR. Fonte: Cburnett.

Ah! O “D” em DSLR nada mais é do que “digital”, já que as câmeras do tipo SLR foram inventadas em 1861 e produzidas as primeiras unidades em 1884, ou seja, esse design existe há mais de um século, porém a tecnologia digital que substituiu o filme por um sensor eletrônico foi tomando conta apenas durante os anos 2000.

Agora talvez você esteja se perguntando: se tem um espelho no meio entre o sensor e a lente, como a câmera registra as imagens no sensor?

Bem, basicamente no momento do disparo o espelho é levantado mecanicamente. Repare que nesse momento você não consegue enxergar a cena no viewfinder por uma fração de segundos.

Esse conjunto de elementos físicos e mecânicos específicos das câmeras DSLR são responsáveis pelo tamanho avantajado delas e tem impacto em diversos elementos como no design das objetivas, no sistema de autofoco, entre outras coisas.

Câmeras Mirrorless

Foto: insung yoon

A principal diferença entre uma DSLR e uma Mirrorless é que, como o nome sugere, as últimas não possuem espelho (Mirror = espelho, Less = sem).

Sem espelho, elas também, logicamente, não possuem o pentaprisma, o que resulta em um design mais compacto e leve.

Daí a recente preferência de muitos fotógrafos de eventos e viagens por câmeras do tipo Mirrorless. Menos peso nas costas = menos dores no fim do expediente, por consequência, menos problemas de saúde ao longo da carreira.

Um detalhe importante: quando falamos em câmeras do tipo Mirrorless, estamos nos referindo, na realidade, a câmeras que tem essa construção, mas que ao mesmo tempo permitem a troca de lentes (Mirrorless Interchangeable-Lens Camera, ou “câmeras sem espelho de lentes intercambiáveis”, em tradução livre).

Digo isso porque há câmeras sem espelho existentes desde os anos 90 (lembra-se daquelas populares câmeras compactas que todo mundo carregava na bolsa antes da existência dos smartphones?) que também podem ser consideradas mirrorless no seu design, porém, quando usado o nome mirrorless em artigos, palestras, cursos e oficinas, não são sobre essas câmeras que queremos conversar.

Consequência do design sem espelho

Nas câmeras Mirrorless, o viewfiender normalmente é digital, ou seja, a imagem que ali chega vem diretamente do sensor e não da lente, algo como um vídeo de pré-visualização da cena.

Se você já usou uma câmera do tipo Bridge (aquelas câmeras que tem corpinho de DSLR, mas que não trocam lentes) ou se você já fotografou em modo Live View (pelo painel LCD da parte traseira da câmera), você já tem uma boa noção de como é fotografar com viewfinder digital.

Além disso, a inexistência do espelho reduz consideravelmente a distância entre o sensor e a lente. Esse fato reduz não apenas a profundidade da câmera, mas também proporciona a construção de objetivas de tamanho e peso reduzidos em comparação às objetivas de DSLRs.

E é importante frisar: por peso reduzido entenda que há objetivas com a metade e até mesmo um terço do peso de uma objetiva para DSLR equivalente.

Autofoco em câmeras Mirrorless

Durante muitos anos as DSLRs desempenharam um papel de superioridade em autofoco em virtude de utilizar um sistema composto por duas tecnologias:

Detecção de contraste (autofoco mais lento), em que a focagem automática é feita internamente no sensor. Apesar de apresentar um desempenho primoroso em termos de qualidade da focagem, em contrapartida o movimento de análise de objeto de primeiro plano e de fundo é lento. Se você já fotografou em Live View, sabe do que estou falando. A câmera parece “patinar” um pouco para navegar entre os diferentes planos focais.

Detecção de fase (autofoco mais rápido), em que câmera realiza um trabalho conjunto com um segundo espelho refletindo a luz para um segundo sensor. A imagem divide-se em duas e a câmera analisa o alinhamento delas. Caso estejam perfeitamente alinhadas, o foco fica cravado. Quando focamos utilizando o viewfinder com o painel LCD desligado é esse sistema que entra em ação, por isso o autofoco ali é extremamente mais veloz do que em Live View.

É justamente a detecção de fase que permitiu um desempenho superior do autofoco especialmente para acompanhar objetos em movimento. Daí uma das razões da obsessão de fotógrafos de esporte por DSLRs topo de linha que custam o preço de um carro.

O problema desse sistema é que o espelho que reflete a luz para o segundo sensor (que fica na base da câmera) também sofre as consequências do movimento mecânico de levantar e abaixar durante o disparo, pois esse segundo espelho fica acoplado naquele espelho que falamos anteriormente, o que reflete a luz diretamente da lente para o pentaprisma, chegando no viewfinder para podemos fazer o enquadramento.

Assim, embora a combinação desses dois modos tenha durante muitos anos proporcionado o que havia de melhor em desempenho de autofoco, ainda assim havia muito espaço para aprimoramentos, principalmente quando o assunto é vídeo, já que o espelho permanentemente levantado impõe limitações no processo de autofoco.

Com a popularização das DSLRs como câmera de foto e, ao mesmo tempo, de vídeo, foi um movimento natural da indústria buscar por novas soluções de autofoco, o que teve um impulsionamento forte com o advento das câmeras Mirrorless, já que sem o espelho, invariavelmente elas precisariam resolver tecnologicamente a questão do autofoco rápido e preciso para fotos e vídeos. Contar apenas com detecção de contraste foi um grande problema para os primeiros modelos de câmeras mirrorless.

A solução encontrada pela indústria foi, de certa forma, “embutir” um tipo de detector de fase diretamente no sensor da câmera, um sistema híbrido.

Seu desempenho, embora de início não tenha sido o mesmo de um detector de fase mecânico e dedicado, ao longo do desenvolvimento de novos modelos e soluções tecnológicas tanto de hardware, quanto de software, foi aumentando ao ponto de se equiparar e até mesmo de superar DSLRs tradicionais.

As próprias DSLRs também tiveram seus sistemas de autofoco aprimorados, em razão dessas demandas de mercado.

Imagine a seguinte situação: de repente milhões de youtubers no mundo inteiro estão fazendo seus vídeos sozinhos em suas casas, dependendo inteiramente do desempenho de autofoco de suas DSLRs, sem poder contar com alguém dedicado só fazendo o foco manualmente.

Um exemplo notório desse processo de evolução foi a eliminação total do sistema de detecção de contraste na Canon EOS 70D, um modelo que ficou extremamente popular com videomakers em razão da implementação de um novo sistema de autofoco chamado de Dual Pixel, presente em diversos modelos atuais, sobretudo nos modelos Mirrorless da Canon.

Um exemplo notório desse processo de evolução foi a eliminação total do sistema de detecção de contraste na Canon EOS 70D, um modelo que ficou extremamente popular com videomakers em razão da implementação de um novo sistema de autofoco chamado de Dual Pixel, presente em diversos modelos atuais, sobretudo nos modelos Mirrorless da Canon.

No sistema Dual Pixel é como se cada pixel no sensor fotográfico se transformasse em um detector de fase.

Outras soluções foram criadas por marcas como a Panasonic e a sua DFD (Depth from Defocus, ou Profundidade da Desfocagem). Implementado inicialmente na Lumix GH4, outro modelo muito popular entre os videomakers, esse sistema utiliza um banco de dados das lentes da Panasonic, para, por meio de software, utilizar essas informações sobre como as lentes se comportam em relação à luz e alimentar o sensor com os dados necessários para que o antigo sistema de detecção de contraste tenha um desempenho extremamente superior.

Outros sistemas também estão aprimorando seus softwares para conseguir interpretar o que está sendo focado na cena: como um olho ou um rosto, por exemplo, fazendo o acompanhamento do movimento de acordo com essa interpretação do objeto e não apenas de luz e contraste.

Em resumo: a ausência do sistema de detecção de fase mecânico nas câmeras mirrorless em conjunto com a necessidade de mercado de DSLRs com capacidades de autofoco superiores, sobretudo para vídeos, fez com que todo o ecossistema de câmeras digitais se beneficiasse do desenvolvimento de novas tecnologias de autofoco mais rápidas e precisas.

Ao que tudo indica, ainda há um campo bastante grande a ser explorado no desenvolvimento de novas soluções para o autofoco.

Estabilização

Além de forçar o desenvolvimento de melhores tecnologias de autofoco, as mirrorless também proporcionaram o desenvolvimento de novos sistemas de estabilização de imagem.

Nas DSLRs, já estamos acostumados com sistemas de estabilização embutidos nas lentes, o que aumenta consideravelmente o custo das objetivas, pois o que um sistema de estabilização faz, resumidamente, é compensar a vibração da câmera sem tripé com movimentos mecânicos de um conjunto complexo de elementos internos da lente.

A novidade trazida pelas mirrorless foi embutir um sistema de estabilização diretamente na câmera, em que a movimentação mecânica é feita no próprio sensor.

Câmeras Mirrorless tem qualidade de imagem melhor do que DSLRs?

Se for feita uma generalização a resposta é curta e grossa: não, mas também não é pior. A verdade é que existem inúmeros modelos de câmeras mirrorless, de praticamente todas as marcas de câmeras, dos mais variados preços, com os mais variados conjuntos de tecnologias.

Extremamente importante também: há câmeras mirrorless de variados tamanhos de sensores, de compactos até grandes formatos. Lembrando que o sensor fotográfico da sua câmera é talvez o principal elemento de qualidade de imagem, junto com as lentes que você usa.

Sendo assim jamais será justo generalizar e dizer que mirrorless tem mais qualidade de imagem do que DSLRs. O certo é comparar modelos específicos de câmeras e avaliar seus atributos e seus desempenhos nas mais variadas situações fotográficas.

Algumas vantagens das DSLRs

Tempo de inicialização

De modo geral, DSLRs ligam e ficam prontas para disparo quase instantaneamente, enquanto as mirrorless podem levar alguns segundos após pressionado o botão de liga/desliga. A tendência, no entanto, é que isso deixe de ser um problema no futuro. De todo modo, ainda vale ficar de olho nesse tempo de inicialização para não se frustar e perder fotos importantes.

Bateria

Generalizando, as baterias ainda duram mais nas DSLRs, possibilitando mais disparos com uma carga.

Preço

Aqui vale muita pesquisa e comparação, porém os sistemas mirrorless são mais novos e, como toda novidade, o preço de aquisição de lentes e câmeras tende a ser mais elevado de modo geral.

Objetivas

Também em razão de ser um sistema mais antigo, há muito mais lentes desenvolvidas para DSLRs e um mercado de usadas gigantesco.

É muito importante levar em consideração que é possível utilizar lentes de DSLR em Mirrorless por meio de adaptadores. Mas é necessário precaução antes de confiar cegamente nessa possibilidade: em muitos casos perdem-se recursos importantíssimos das objetivas, como o autofoco, por exemplo.

Conclusões

Antes de escolher por qual sistema optar é preciso avaliar qual será o seu uso principal. Grosso modo, as câmeras mirrorless tem sido mais escolhidas por quem trabalha com vídeo devido ao forte desenvolvimento de capacidades de autofoco e pela alta qualidade dos painéis LCD.

Por outro lado, o valor elevado pode ser uma barreira, fazendo com que o fotógrafo que irá utilizar para foto e vídeo acabe optando por algum modelo de DSLR que apresente um bom custo/benefício em ambas as funções.

Vale ressaltar que a busca por qualidade de imagem está profundamente ligada ao tamanho físico do sensor. Quanto maior o sensor, maior a qualidade geral de imagem e também maior o preço da câmera. Assim, você até pode encontrar modelos de câmeras mirrorless com custos que cabem no seu bolso, mas colocando as especificações no papel, talvez você prefira uma DSLR de mesmo custo, mas que possua um sensor maior, seja APS-C ou Full Frame. Há muitos modelos de mirrorless com sensores de tamanhos inferiores ao APS-C, portanto é necessário avaliar cuidadosamente esse quesito.

O fator peso sem sombra de dúvidas deve ser levado em consideração para quem trabalha por longas horas com a câmera a tira colo, um ponto que conta a favor das mirrorless, sobretudo por possibilitarem a redução do peso e das dimensões das objetivas também.

Por outro lado, há insatisfação de diversos usuários com relação à ergonomia de certos modelos de câmeras mirrorless. Por serem menores, em alguns casos o ajuste na mão não é tão agradável em comparação com as DSLRs.

Por fim, deve-se também levar em consideração as objetivas que você ama e que são importantes para seu trabalho, pois cada sistema tem seu conjunto de opções disponíveis e o uso com adaptadores pode impor restrições inaceitáveis em alguns casos.

Resumindo: não existe sistema melhor ou pior, mas existem modelos de câmeras, Mirrorless ou DSLR, mais adequados às suas necessidades e ao seu orçamento. Por enquanto é justo avaliar as duas opções com o mesmo carinho.

Para saber mais sobre fotografia, conheça nossas indicações de cursos e livros.

Dicas

Ferramenta de pesquisa da Creative Commons dá acesso a mais de 300 milhões de imagens

10/05/2019
Como encontrar imagens livres para uso com Creative Commons

Se você precisa de imagens de terceiros para criar colagens, utilizar texturas e fazer mixagens nas edições das imagens que você produz, agora você pode recorrer à ferramenta de pesquisa do website do Creative Commons: https://search.creativecommons.org.

A ferramenta de pesquisa reúne imagens com licenças CC disponibilizadas na internet por criadores de conteúdo de todo o mundo, presentes em acervos como o do Behance, Flickr, DeviantArt, entre outros
agregadores de imagens e museus.

Mas lembre-se, vale sempre conferir que tipo de uso pode ser feito com a imagem que você escolher e se há necessidade de atribuição. Tudo isso você encontra facilmente nos links contidos na imagem, dentro da ferramenta de busca.

Sobre a Creative Commons

O Creative Commons (CC) é uma organização mundial sem fins lucrativos que permite o compartilhamento e a reutilização da criatividade e do conhecimento por meio do fornecimento de ferramentas gratuitas. Nossas ferramentas ajudam: aqueles que buscam incentivar a reutilização de suas obras, oferecendo-as para uso público sob condições generosas e padronizadas; aqueles que querem fazer usos criativos de obras alheias; e aqueles que desejam se beneficiar dessa simbiose. A nossa visão é ajudar as pessoas a realizarem o potencial máximo da internet. O CC possui afiliados ao redor do mundo que ajudam a garantir que nossas licenças funcionem internacionalmente e a aumentar a conscientização sobre o nosso trabalho.

Embora o Creative Commons seja mais conhecido por suas licenças, nosso trabalho ultrapassa o fornecimento de licenças de direito autoral. A CC oferece outras ferramentas jurídicas e técnicas que também facilitam o compartilhamento e a descoberta de obras criativas, tais como a CC0, uma dedicação para os titulares de direitos que desejam colocar suas obras em domínio público antes do fim da vigência da proteção autoral, e a Marca de Domínio Público, uma ferramenta para sinalizar que uma obra está em domínio público no mundo inteiro. As licenças e ferramentas Creative Commons foram projetadas especificamente para trabalhar com a web, o que facilita a busca, descoberta e o uso dos conteúdos oferecidos sob seus termos.

Dicas

Ferramenta Remove.bg separa automaticamente figura e fundo em imagens

10/05/2019
Como recortar pessoas em fotos

O Remove.bg é uma ferramenta online que permite que você suba imagens para que ela automaticamente faça o recorte e isole a figura do fundo.

Como toda ferramenta automática que promete realizar tarefas complexas de edição de imagens, ela não é perfeita, mas muitas vezes apresenta resultados surpreendes e pode, sem dúvidas, servir como um ponto de partida.

A ferramenta é disponibilizada de duas formas: online, por meio do botão de upload do próprio site, ou como um plugin do Photoshop.

Na versão online, é possível realizar recortes gratuitamente, porém com algumas restrições, com destaque para o tamanho final da imagem produzida pela ferramenta: 625x400px. O que é insuficiente para trabalhos profissionais, mas extremamente útil para pequenas montagens de imagens para web e redes sociais.

Para resoluções maiores é necessário comprar créditos ou assinar planos mensais, disponibilizados em 3 opções: 9 dólares/mês para 25 imagens de até 250x1600px, 39 dólares/mês para até 150 imagens e 99 dólares/mês para o plano de até 400 imagens.

Mais informações no site oficial: https://www.remove.bg/

Notícias

Red Bull Illume 2019: participe da maior competição de fotos de aventura e esportes

10/05/2019
Competição fotográfica de esportes e aventura - Red Bull Illume 2019

A competição de fotografias promovida pela Red Bull está de volta para a sua edição 2019 com 11 categorias. Você poderá submeter suas melhores imagens até o dia 31 de julho.

Cada categoria terá 5 finalistas selecionados por um grupo de 50 profissionais do mundo todo. As imagens selecionadas participarão de mostras fotográficas em diversos países do mundo, proporcionando grande visibilidade e prestígio aos vencedores.

As categorias

Best of Instagram by Sandisk – Imagens postadas no Instagram – valiosos momentos de aventura e esportes de ação. Coisas tão legais que você não consegue parar de rolar a tela.

Creative by Skylum – Imagens que foram aprimoradas digitalmente ou na câmara escura por meio de alterações feitas na produção ou no processo de edição digital. Essa é uma categoria aberta, então vale tudo!

Emerging – Uma abordagem jovial que ofereça novos ângulos. Essa categoria é para talentos emergentes de até 25 anos. Não serão aceitos vídeos, nem manipulações de imagem.

Energy – Imagens que demonstrem a força da ação e que revelem a energia, velocidade e força necessárias para um atleta ter um desempenho de alto nível.

Innovation by Sony – Imagens que revelem um ângulo único, uma ideia visual, um formato diferente, efeitos de luz e flash… algo nunca visto antes! É a pura imagem criativa.

Lifestyle – Imagens que visualmente capturem a criatividade do estilo de vida, música e cultura que circulam a ação e os esportes livres, ou representem o que acontece antes, entre e depois da ação.

Masterpiece – Imagens que iluminem suas habilidades artísticas, seu melhor pessoal, seu estilo único. Mostre a sua melhor imagem!

Moving Images – As imagens não estão mais paradas. Essa categoria é um campo aberto para sequências de vídeo entre 5 e 30 segundos. Preparar… câmera… ação!

Playground – Imagens que mostrem paisagens, locações, plataformas e ambientes em que os atletas praticam seus esportes.

RAW – Imagens saídas diretamente da câmera revelando a imagem real. Composição, exposição, luz produzida em frente a lente e a cena, não atrás de uma tela. Sem cortes, sem retoques, sem filtros.

Wings – Imagens que capturem o ponto em uma performance em que o atleta pula, segura o ar, pula livremente, plana.

Os prêmios

Os vencedores de cada uma das 11 categorias serão contemplados com prêmios como câmera Sony a7 III com lente 24-104 f4 G Master Lens, cartões de memória da Sandisk, softwares de edição Skylum Luminar 3 e acessórios fotográficos da COOPH.

O vencedor da categoria Creative by Skylum fará parte de um time de embaixadores globais da Skylum, a companhia que desenvolve o Luminar.

O vencedor da categoria Emerging poderá participar de um workshop de talentos fotográficos da Red Bull em 2020, com passagem e acomodação inclusos.

O vencedor geral é quem leva a câmera da Sony, além de uma “experiência fotográfica com o time Extreme da SanDisk”.

As imagens

Você poderá inscrever fotografias produzidas após 31 de março de 2016. As inscrições encerram dia 31 de julho de 2019.

É possível inscrever até 10 imagens e cada uma das 11 categorias, sendo que cada imagem pode participar de no máximo 2 categorias diferentes.

Não serão aceitos JPGs com menos de 8MP. Os vídeos devem ser em 1080p.

Confira o regulamento completo no site oficial da competição:

http://www.redbullillume.com/

Notícias

Inscrições abertas para a competição de fotografia de viagem da National Geographic

28/03/2019
Competição de fotografias de Viagem da National Geographic 2019

A 2019 National Geographic Travel Photo Contest, uma das mais importantes competições internacionais de fotografias de viagem, está com inscrições abertas para fotógrafos maiores de idade do Brasil e de diversos países do mundo (ver lista na página de regras oficiais).

O prêmio principal é de USD 7500 dólares, para o vencedor geral, porém a competição é dividida em duas categorias: Nature e Cities and People. 2500, 1500 e 750 dólares são, respectivamente, os prêmios para os primeiros, segundos e terceiros colocados nessas categorias.

Há um valor de inscrição que varia de 10 dólares na primeira semana, chegando até 35 dólares na sexta e última semana. Uma mecânica de inscrição feita para desencorajar as submissões tardias.

É necessário que as fotos tenham sido produzidas no máximo até 2 anos antes do dia da submissão. Vale também a regra bem comum em competições desse tipo em que só são aceitas imagens com pequenas manipulações digitais, além da entrega de um consentimento de pessoas que eventualmente estejam retratadas nas fotografias.

Outro detalhe bem importante nessa competição de fotografias de viagem é que caso a foto retrate propriedades privadas, o participante também deve enviar uma permissão do dono da propriedade.

Para não ter nenhum tipo de problemas, leia com atenção as regras da competição no site oficial da National Geographic.

Notícias

Adobe Lightroom: atualização de fevereiro de 2019

12/02/2019
atualização de fevereiro de 2019 do lightroom

A Adobe acaba de lançar um pacote de atualização para o Camera Raw e para ambas as versões do Lightroom (Classic CC e CC), adicionando novos recursos e aprimorando recursos antigos.

Enhance Details

O novo recurso Enhance Details (Aprimorar Detalhes) está disponível no Adobe Camera Raw, no Lightroom Classic CC e no Lightroom CC para Mac e Windows. Trata-se de uma nova maneira de lidar com o processamento de imagens no formato RAW.

“O novo algoritmo Enhance Details permite que você aumente a resolução de fotos produzidas por câmeras com sensor tanto do tipo Bayer como do tipo X-Trans em até 30%. (…) Aplicar o Enhance Details em suas fotos pode aprimorar substancialmente a renderização de detalhes finos, melhorar a reprodução de cores e resolver problemas que alguns clientes reportaram com suas câmeras Fujifilm de sensor X-Trans”. – Trecho do anúncio oficial da Adobe.

Atualizações do Lightroom CC

Os recursos de criação de HDR e Panoramas, já bem conhecidos dos usuários de Lightroom Classic CC, agora foram implementados na versão Lightroom CC.

Se você não conhece a diferença entre as duas versões do Lightroom, confira esse artigo.

Target Adjustment Tool (TAT)

Agora é possível fazer ajustes em cores com as Curvas de Tom, Equilíbrio de Cores e controle de Preto & Branco utilizando uma ferramenta do tipo “alvo”, em que você aponta a cor que deseja aprimorar diretamente na imagem e faz as alterações no local.

Esse tipo de ferramenta, que já é muito popular há tempos em diversos aplicativos de edição de imagens, em especial os apps para dispositivos mobile, como o Snapseed, por exemplo, é extremamente útil não só por uma questão de precisão, mas também pelo ganho de agilidade na edição.

Indicador de “clipping” no Histograma

Outro recurso adicionado ao Lightroom CC é o indicador de clipping no histograma.

O clipping nada mais é do que uma maneira gráfica, por meio de sobreposição de cores vibrantes, em tons de azul e vermelho, sobre as partes da imagem com problemas de
subexposição e superexposição, respectivamente, para que o usuário encontre mais rapidamente essas porções na imagem e corrija-as, resgatando detalhes nas altas luzes e nas sombras, quando necessário.

Atualização do Lightroom Classic

Nesse update houve apenas um aumento na performance e na estabilidade para usuários de câmeras Nikon que fazem a captura com a câmera ligada diretamente no computador dentro do Lightroom (tethered capture).

>> Mais informações sobre a atualização de fevereiro de 2019 no blog da Adobe.

Dicas

Dezenas de truques para fotografia criativa com celular e objetos simples

28/01/2019
truques simples e rápidos de fotografia com celular

O canal do Youtube 5-Minute Crafts ficou famoso internacionalmente por produzir vídeos do tipo “direto ao ponto” no nicho de faça você mesmo. Como já era de se esperar, eles também produziram um videozinho sensacional revelando uma grande variedade de truques de fotografia criativa que você pode fazer hoje mesmo utilizando seu celular e acessórios simples como CD’s, papéis, canetas e uma série de objetos comuns do dia-a-dia.

Confira a lista de ideias e o vídeo logo abaixo:

  1. Efeitos de luz colorida utilizando um CD
  2. Fundo de fotografia de objetos pequenos utilizando um laptop
  3. Modificador de luz para retratos feito com caixinha do McDonald’s e lanterna
  4. Fotografia de “janela chuvosa” com vidro de quadros e spray d’água.
  5. Fundo infinito para fotografar pequenos objetos feito com caixa de papelão e papel branco
  6. Filtros coloridos para fotografia com celular feitos com plástico e canetas
  7. Efeito de foto de sonho com manteiga de cacau
  8. Bokeh em formatos variados com papel recortado
  9. Fotografia de desenho com luz de caneta
  10. Balanço de câmera para vídeos feito com cinto
  11. Panorâmica criativa com a mesma pessoa aparecendo em várias partes da imagem sem edição
  12. Fotografar normalmente durante uma filmagem com celular
  13. Panorama vertical
  14. Foto de ação perfeita com múltiplos disparos
  15. Grid para correção de linha do horizonte no iPhone
  16. Uso do botão de volume para fotografar no iPhone
  17. Refletor com papel sulfite
  18. Disparador remoto de iPhone com fone de ouvido
  19. Lente macro para celular feita com gota d’água
  20. Efeito de suavização feito com meia fina
  21. Filtro de lente com óculos de sol
  22. Fotografar embaixo d’água com celular dentro de um copo
  23. Falar “money” e não “xis” para sorrisos melhores em retratos
  24. Alongar o pescoço em retratos
  25. Demonstrar emoções reais em retratos
  26. Colocar o cabelo para um lado apenas
  27. Descobrir seu melhor ângulo
  28. Look 3/4 é melhor
  29. Dica de pose lateral
  30. Dica de pose frontal
  31. Pose clássica das mãos no quadril sem exageros
  32. Pose clássica do executivo de braços cruzados
  33. Pose com mão ao rosto
  34. Pose com mão no queixo
  35. Pose de casal de costas
  36. Pose de casal de lado
  37. Pose de casal: abraço de costas
  38. Pose de casal: abraço lateral
  39. Pose de casal: abraço aconchegante lateral
  40. Dica de pose feminina: adicionar curvas
  41. Dica de posicionamento do quadril ao sentar
  42. Dica de relaxamento dos braços
  43. Não ocultar o pescoço
  44. Dica de uma perna dobrada levemente

Equipamentos, Notícias

Lexar anuncia primeiro cartão de memória de 1TB do mundo

16/01/2019
Lexar anuncia cartão de memória com a maior capacidade do mundo

1 Terabyte de memória, ou seja, o mesmo que 1024 Gigabytes de memória, é uma capacidade massiva de armazenamento até então restrita à HD’s.

A Lexar, no entanto, acaba de quebrar essa barreira com o anúncio do primeiro cartão de memória do tipo SDXC de 1TB, o Lexar Professional 633x SDXC UHS-I.

Essa quantidade de armazenamento em uma câmera de 24 megapixels fotografando em RAW – ou seja, artilharia pesada – representa aproximadamente impressionantes 10 mil fotos.

O cartão da Lexar possui as seguintes especificações:

• Classe 10
• V30
• Velocidade de leitura de até 633x (95MB/s)

“Quase quinze anos atrás a Lexar anunciou um cartão SD de 1GB. Hoje, estamos emocionados ao anunciar a capacidade de armazenamento de 1TB no mesmo fator de conveniência. Enquanto os consumidores continuam demandar capacidades de armazenamento maiores para suas câmeras, a combinação de performance de alta velocidade com a opção de 1TB, agora oferece uma solução para criadores de conteúdo que fotografam largos volumes de imagens em alta resolução e vídeos em 4K.” – Joey Lopez, Gerente de Marketing Senior da Lexar.

Mais informações no site da Lexar.

Dicas, Equipamentos

Melhores câmeras fotográficas digitais para iniciantes – Guia de compra – Dez 2018

03/12/2018
Câmeras para iniciantes

Se você está começando na fotografia, certamente está passando ou já passou pelo difícil processo de escolha de uma câmera digital que atenda às suas necessidades e que caiba no seu bolso. A tarefa não é das mais simples, já que existem inúmeras opções no mercado.

Por outro lado, a indústria da fotografia chegou em um nível absolutamente incrível de desenvolvimento tecnológico, o que minimiza muito a possibilidade de uma escolha errada, principalmente se você optar por uma das opções abordadas nesse pequeno guia.

Mesmo as câmeras digitais de entrada, ou seja, as câmeras em que o fabricante projeta para que o custo seja acessível, já são capazes de entregar resultados profissionais em termos de qualidade geral de imagem, para diversos tipos de trabalho.

Além disso, o mercado de compra e venda de equipamentos fotográficos usados é extremamente aquecido no Brasil. Mesmo que você venha a se arrepender de uma escolha ou simplesmente sinta a necessidade de fazer um upgrade no curto prazo, vender seus equipamentos usados é uma tarefa sem grandes mistérios, por meio de sites como o Mercado Livre, OLX, grupos no Facebook e classificados.

Se você cuidar bem de suas câmeras e lentes e for totalmente honesto durante a venda, fazendo descrições precisas do estado de conservação e informando corretamente o shutter count, certamente venderá seu equipamento usado rapidamente.

Sendo assim, aqui vão nossas sugestões de câmeras para iniciantes e entusiastas, com base nos modelos disponíveis no mercado nacional em dezembro de 2018. Você também poderá fazer a compra diretamente pelo site da Amazon brasileira e receber em sua casa com segurança. Continuar lendo…